Vamos falar sobre a relação entre o autismo e a aprendizagem?

O autismo, um distúrbio do espectro que afeta a todos, de forma diferente e em um grau variável, normalmente aparece durante os primeiros três anos de vida, um distúrbio do desenvolvimento neural que afeta, estima-se, 2 milhões de brasileiros.

Isso impacta como uma pessoa pensa, aprende e experimenta o mundo.

O autismo afeta a capacidade do cérebro de processar informações alterando como as células nervosas e suas sinapses se organiza.

O autismo afeta a cada 1 em 40 partos nos EUA, 1 em cada 70 meninos.

O custo de vida de cuidar de uma criança com autismo pode variar de 3,5 milhões a 5 milhões.

As crianças não podem superar o autismo, mas estudos mostram que é tratável com diagnóstico e intervenção precoces.

Aqui está o que procurar:

Sinais precoces

  • Falta ou atraso na linguagem falada
  • Uso repetitivo da linguagem e / ou maneirismos motores
  • Pouco ou nenhum contato visual
  • Falta de interesse em relações entre pares
  • Falta de brincadeira espontânea
  • Fixação em partes de objetos

 

Questões de desenvolvimento

Quando se trata de aprender, as crianças com autismo têm dificuldades em cinco áreas principais.

Comunicação: Problemas para entender ou comunicar seus pensamentos e necessidades para os outros, bem como problemas para entender as instruções e as características vocais e faciais.

Interação Social: Pode apresentar comportamentos desafiadores, incluindo o bullying de outros alunos e deixar de conviver com os demais.

Processamento Sensorial: Problemas com o contato visual, ser tocado e lidar com ambientes barulhentos

Comportamento repetitivo: Pode sentir a necessidade de repetir os mesmos comportamentos ou frases de novo e de novo.

Processamento da Informação: Experimenta problemas nesta área porque  há uma alteração na forma como as sinapses do cérebro estão conectadas.

Para acompanhar melhor este processo de aprendizagem, ter um software para auxiliar na gestão integrada das informações, amplia a visão tanto dos profissionais, quanto dos pais, tornando-se essencial para mensurar os resultados e desempenho da criança autista, ajudando no processo de melhoria contínua, fazendo toda diferença no tratamento.

 

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Conheça também nosso sistema ABA+, software para integração e supervisão de terapias de pessoas Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A ABA é a forma mais recomendada de ciência para o treinamento de pessoas autistas (TEA) pois com o método é possível melhorar muito a qualidade de vida do autista.

Sim, treinamento!

É um processo de treinamento em que os indivíduos com autismo aprendem habilidades que vão desde a comunicação básica até estudos acadêmicos avançados e treino para tornar o dia-a-dia viável.

A ideia de que o atendimento é um treino apenas com recompensas e punições está ultrapassada.

Hoje as abordagens são mais flexíveis, os terapeutas tornaram-se envolventes, estimulantes e muito criativos.

A ABA pode ser aplicada em casa, no consultório, na escola, mas também vem senso aplicada no playground, no shopping, em supermercados e outros.

Tudo para que o autista adquira autonomia.

Além dos terapeutas, os familiares também podem usar os princípios do treinamento em casa e no seu cotidiano.

Os pais podem ajudar a estruturar alguns conceitos básicos e sob orientação de um profissional analista do comportamento, o avanço da criança pode ser motivador.

Quando usado corretamente, então, o ABA pode ser de grande valor para crianças com autismo e suas famílias.

Observe algumas dicas para treinar a criança em casa:

Um ponto de partida para o treinamento seria a atividade de sentar.

A criança deve ser treinada a sentar. Colocar a criança sentada e sentar-se diante dela.

Promover alguma atividade durante o período em questão e aos poucos ir aumentando o tempo da criança sentada. Isso ajudará muito na aprendizagem.

As instruções dadas a criança com autismo devem ser claras, concisas, objetivas (mandos curtos).

Faça elogios quando a criança atender seus pedidos e reforce com algo divertido, torne esse momento agradável.

Sentar-se numa cadeira é uma habilidade funcional necessária.

Outra maneira de ajudar seria treinar o “olho no olho”, tentar segurar o olhar do seu filho por cinco segundos.

Se necessário, para atrair o olhar, coloque óculos engraçados ou faça bolhas de sabão, certamente ele olhará para você.

É importante que ele olhe, isso facilitará no processo de aprendizagem do autista.

Trabalhe com a criança o esquema corporal, cante com toda a família “cabeça, ombros, joelho e pé…”.

Repita essa atividade com alegria sempre que puder, faça com que a criança toque os “olhos, ouvidos, boca e nariz…”.

A criança autista pode aprender as cores com seus brinquedos de preferência, o caminhão azul, a tambor vermelho.

Faça-a igualar a outro item de mesma cor (caminhão azul e peixinho azul / tambor vermelho e bola vermelha…) Em seguida repita a atividade aumentando o número de itens da mesma cor.

Desenhar as formas pode se tornar uma estratégia para o aprendizado.

Desenhe as formas com a criança e depois mostre objetos que tem as formas correspondentes ao desenho.

Ensine uma forma por vez.

Brinque com a criança, simule situações cotidianas com personagens de sua preferência.

Por exemplo, “O Pocoyo está sentado, parabéns Pocoyo, você foi muito bem!” Use personagens para que, através da imitação, a criança queira fazer o mesmo e assim aprenda.

A ABA no ambiente familiar pode promover um avanço mais rápido se aliada aos atendimentos terapêuticos.

Colocar em prática o que os profissionais ensinam pode ajudar e muito. Todos saem ganhando com esses treinos.

Agora melhor que colocar estes treinamentos em prática é mensurar os resultados de forma simples e segura, por isso ter um software otimiza a análise das informações, fazendo com que os profissionais dediquem mais tempo à outros pacientes, proporcionando mais qualidade de vida!

 

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O modelo ABC (Antecedent-Behavior-Consequence) é um modelo de abordagem que pode ser usado para examinar os gatilhos de comportamentos que desejamos modificar.

Na ABA, o modelo ABC fornece informações precisas para análise,  entendimento e consequentemente do que deve ser mudado na maneira de agir. Essa perspectiva pode ser incluída na avaliação funcional da criança autista.

No modelo ABC temos três etapas a considerar:

1. Antecedente

Ambientes ou eventos que anteciparam o comportamento alvo. O antecedente pode ser qualquer situação que configure-se como gatilho para o comportamento. Exemplos: uma pergunta do professor, uma mudança brusca na rotina, a presença de uma pessoa, uma mudança de ambiente e outros a serem considerados.

Os antecedentes podem ser manipulados para promover o comportamento desejado. Ao eliminar o antecedente pode –se eliminar o comportamento.

2. Comportamento

No caso de um comportamento problemático deve ser definido operacionalmente através de descrição objetiva, de modo que qualquer observador seja capaz de fazê-lo.

3. Consequência

A consequência é o resultado do comportamento, elemento importante a ser analisado, pois pode prolongar ou acabar com o o mesmo. Para condutas negativas, analisar a consequência é útil a fim de entender o impacto do ocorrido. Exemplo: às vezes os pais, sem clara intenção, estendem por muito tempo o comportamento problema, pois oferecem carinho, brinquedos, ou algo de preferência da criança tentando acalmar os filhos e essa atitude reforça a ação que eles pretendem eliminar.

Como fazer?

Para coletar os dados da ABC anote o que aconteceu antes, durante e logo após o ocorrido.

Seja específico em detalhes sobre o comportamento.

É importante anotar as informações do ABC sempre que o comportamento ocorrer.

O tempo de anotação pode variar de 3 a 4 semanas ou em períodos mais longos para que se perceba, através da análise dos registros, algum padrão compreensível do motivo do comportamento.

É preciso tempo e paciência.

Com um software é possível obter as informações integradas dos comportamentos problema através de registros no modelo ABC na palma da mão, obtendo uma rotina mais organizada, além de possibilitar aos profissionais e aos pais um acompanhamento mais eficaz sobre da evolução do comportamento do autista.

Melhora a identificação e acompanhamento da diminuição desses comportamentos.

 

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Vamos falar sobre reforço positivo, reforço negativo, quem não gosta de ser reforçado, encorajado a realizar?

A recompensa muitas vezes  vale o esforço, não só para crianças  no TEA, mas para todas as crianças.

A ABA (Applied Behavior Analysis) – Análise do Comportamento Aplicada trabalha com o reforço positivo como uma de suas principais estratégias.

Ensinar um comportamento adequado à criança e valorizá-lo no acerto, aumenta as chances de que aquele bom comportamento seja repetido.

Com o tempo e prática, esse treino encoraja mudanças positivas no desempenho dos indivíduos com autismo (TEA).

O terapeuta deve identificar o comportamento objetivo desejado.

Ao passo que a criança autista usa o comportamento ou habilidade com sucesso, ela é reforçada positivamente, é recompensada.

Cada indivíduo tem suas preferências, nesse caso, algo significativo para ele deverá ser a recompensa.

A recompensa pode ser um elogio, um vídeo, um brinquedo, sempre pensando nas preferências da pessoa.

Assim, em um programa ABA, o reforço de cada criança com autismo pode variar muito.

Todos os programas da ABA devem incluir uma avaliação reforçadora; e essas avaliações devem ser revisadas regularmente ao longo do tempo para observar mudanças nas preferências da criança.

A criança autista estará motivada a realizar algo, caso o reforço seja um item favorito, por exemplo.

Existe outro tipo de reforço, o negativo.

Às vezes, sem perceber, podemos dar o modelo errado e fazer com que a criança incorra em comportamentos indesejáveis. Como proceder?

Terapeutas, pais, professores aprendem a reforçar diferencialmente, para diminuir comportamentos inadequados para os autistas.

Algumas estratégias incluem reforço diferencial e extinção.

No reforço diferencial a resposta gera uma consequência, que pode ser boa ou ruim e afeta a probabilidade de o comportamento ocorrer novamente; se a consequência for reforçadora, aumenta a probabilidade, se for punitiva, diminui a probabilidade de sua ocorrência futura.

Extinção é o processo de retenção de uma consequência que foi fornecida anteriormente seguindo o comportamento.

Por exemplo, em um cenário que a criança tem uma birra para conseguir algo que deseja, a supervisora, ou mãe não poderá ceder à birra, quando a birra terminasse e restaurasse o comportamento pacífico a criança automaticamente conseguiria o que desejava antes, caso contrário, haverá birra sempre que desejasse algo.

A extinção nunca deve ser usada isoladamente e deve ser combinada com outros programas que incluam reforço.

A mudança de comportamento significativa pode acontecer, já que as recompensas positivas encorajam a pessoa a continuar usando essa habilidade.

Com um software os profissionais podem registrar o tipo de reforço mais conveniente para a criança e através de análise das informações é possível dar maior qualidade de vida à criança autista, bem como a toda equipe, afinal ter informações em tempo real sobre o comportamento e a evolução de cada criança, faz toda diferença para que ela tenha êxito no tratamento.

 

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O Tratamento baseado na ciência ABA (Applied Behavior Analysis) – Análise do Comportamento Aplicada é considerado o mais efetivo para auxiliar nos déficits do TEA (Transtorno do Espectro Autista).

É uma ciência da aprendizagem e do comportamento.

Vale–se de  evidências empíricas e observáveis ​​através de avaliações de atividades cognitivas, comportamentais ou comunicativas para desenvolver um plano de tratamento para crianças com autismo.

As crianças são ensinadas a executar atividades e ficarem autônomas  usando técnicas conhecidas como observação, estímulo e reforço.

É uma aprendizagem que prima pela repetição, manutenção e o desenvolvimento de habilidades.

  • Programas de ABA podem ajudar:
  • Aumentar as habilidades de linguagem e comunicação;
  • Melhorar a atenção, foco;
  • Adquirir habilidades sociais;
  • Na memória e aprendizagem acadêmica;
  • A diminuir comportamentos problema.

Considerando que cada indivíduo é único, o programa ABA pode ser adaptado para atender às necessidades de cada pessoa.

Pode ser aplicado em diferentes locais – em casa, na escola e na comunidade.

Ensina habilidades que são úteis no dia a dia O ensino pode ser individual ou ser implementada a instrução em grupo.

Uma gestão orientada através do registro de dados amplia a visão tanto dos profissionais, quanto do pais.

É essencial acompanhar os resultados e verificar o desempenho do paciente durante a sessão ABA, no tratamento da criança autista.

Além de atuar de forma dinâmica, sobretudo mensuar resultados em tempo real, a coleta de dados ajuda no processo de melhoria contínua, fazendo toda a diferença no tratamento.

Por  esses motivos, saiba o que um software pode fazer por você:

  • Cadastro de pacientes;
  • Relatório de atendimento;
  • Criação de Pastas curriculares;
  • Criação de Programas;
  • Acompanhamento de sessões de atendimento;
  • Registro ABC;
  • Acompanhamento de rotinas diárias;
  • Registro de comportamentos problema;
  • Supervisões periódicas;
  • Relatórios de objetivos;
  • Gráficos de desempenho.

 

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